Alerta de poluição persistente e incerteza sobre a redução dos incêndios
As leituras do SELVA obtidas em 27/10, entre 11h22 e 11h24 na maioria dos pontos, mostram concentrações elevadas de partículas em Parintins, Barreirinha, Itacoatiara, Maués e na região de Autazes. No oeste paraense, Oriximiná se destaca entre os pontos consultados. Em Manaus, os dois sensores acompanhados apresentaram concentrações superiores às da manhã de ontem, em horários diferentes. A redução das detecções pelo satélite de referência do INPE não comprova controle dos incêndios, especialmente diante da nebulosidade elevada e dos eventos ativos identificados pelo Censipam e pela UFAM.
Este boletim consolida os registros obtidos nas consultas de hoje e informados nesta sequência de acompanhamento. Os horários são de Manaus. Esta revisão acrescenta nova apuração do INPE e do Censipam; as demais leituras preservam os horários já informados. Os limites de atualização são indicados em cada seção.
Qualidade do ar pelo SELVA
No SELVA, produto da Universidade do Estado do Amazonas — UEA, camada “Qualidade do Ar — Estações Reais”, a estação UEA_EducAIR_1, em Manaus, registrava PM2,5 de 49,3 µg/m³ às 11h22min39s. A UEA_EducAIR_32 apresentava 47,9 µg/m³ às 11h22min24s. Ontem, às 8h48, esses pontos indicavam 18,5 e 25,1 µg/m³, respectivamente. A comparação sugere elevação entre os momentos observados, mas não equivale à comparação de médias diárias nem de horários iguais.
Na região de Autazes, a SEMA_DCAM_08 registrava 80,0 µg/m³ às 11h22min59s. A associação territorial decorre das coordenadas exibidas, −3,582238 e −59,130000; o município não consta no identificador do sensor.
Em Itacoatiara, a UEA_EducAIR_27 indicava 80,8 µg/m³ às 11h23min56s, contra 41,3 ontem às 8h47. Em Maués, a UEA_EducAIR_30 registrava 65,3 µg/m³ às 11h22min28s, ante 49,0 ontem às 8h46. Também nesses casos, os horários distintos limitam a comparação.
Em Parintins e entorno, a SEMA_DCAM_64 apresentava 127,1 µg/m³ às 11h23min12s, e a SEMA_DCAM_47, 106,4 µg/m³ às 11h22min58s. Ontem pela manhã, os mesmos pontos registravam 184,4 e 187,6 µg/m³. A redução entre as leituras não afasta a prioridade de proteção da população.
Em Barreirinha, a SEMA_DCAM_18 registrava 92,1 µg/m³ às 11h24min09s, contra 97,7 ontem às 8h47. A concentração permanece elevada.
No oeste paraense, Oriximiná, estação SEMAS_043_SEMMA_ORIXIMINÁ, registrava 127,9 µg/m³ às 11h22min35s; Santarém, ponto Santarém (IPAM), 39,1 às 11h22min52s; Alenquer, SEMAS_044_SEMA_ALENQUER, 43,0 às 10h29min15s; Monte Alegre, SEMAS_045_SEMMA_MONTE ALEGRE, 25,9 às 11h23min06s; e Belterra, SEMAS_047_SEMAC_BELTERRA, 25,4 às 11h23min28s.
Nos demais pontos paraenses consultados, Itaituba, SEMAS_040_SEMMAM_ITAITUBA, apresentava 27,8 µg/m³ às 11h23min56s; Uruará, SEMAS_038_SEMMA_URUARÁ, 27,5 às 11h23min55s; Trairão, SEMAS_049_SEMAMT_TRAIRÃO, 25,6 às 11h22min52s; Jacareacanga, SEMAS 037_ SEMAT_JACAREACANGA, 65,9 às 11h23min46s; e Novo Progresso, SEMAS_039_SEMMA_NOVO PROGRESSO, 14,7 às 11h22min33s.
São leituras pontuais de sensores não regulatórios, com fonte PurpleAir indicada nos detalhes do SELVA, e não médias diárias municipais. A leitura de Alenquer é anterior às demais. Não foram acrescentadas classificações de faixa sem confirmação da escala correspondente na consulta.
No IQAir, Manaus apresentava AQI US 75, categoria moderada, e PM2,5 de 22 µg/m³ às 10h de hoje, com quatro estações de quatro contribuidores. Ontem, às 8h, eram AQI 60 e 13,9 µg/m³, com três estações. Horários, composição da rede e processamento distintos impedem equiparar diretamente esses resultados aos sensores do SELVA.
INPE e focos de calor no Amazonas
O arquivo oficial do último dia completo, 26/10, filtrado pelo satélite de referência AQUA_M-T, apresentou 36 focos no Amazonas, contra 81 em 25/10. A última detecção estadual desse recorte ocorreu às 16h08 de ontem.
A distribuição municipal foi: Lábrea e Boca do Acre, nove focos cada; Guajará, oito; Pauini, quatro; Novo Aripuanã e Eirunepé, dois cada; Humaitá e Envira, um cada.
Nos dois últimos dias completos, 25–26/10, foram 117 focos, ante 84 em 24–25/10. São janelas sobrepostas, calculadas a partir dos totais diários, e não a janela móvel de 48 horas dos painéis. A queda no último dia isolado coexiste, portanto, com aumento do total dessa janela de dois dias.
Os registros representam focos detectados pelo AQUA, não incêndios individualizados. A ausência de detecção em um município não comprova ausência de fogo, sobretudo quando as condições de observação são desfavoráveis.
Ranking mensal do INPE
O reprocessamento dos 26 arquivos diários oficiais, de 1º a 26/10, filtrados por AQUA_M-T, confirmou 2.171 focos no Amazonas, quarto maior total estadual. O Pará lidera, com 10.372, seguido do Maranhão, com 3.540, e da Bahia, com 3.008. As posições foram calculadas pela contagem nacional de focos no período, não pelo número de incêndios individualizados.
No ranking municipal nacional, destacam-se Lábrea, em 13º lugar, com 299 focos; Boca do Acre, em 16º, com 207; Autazes, em 17º, com 203; e Itacoatiara, em 28º, com 149.
No ranking estadual amazonense, a sequência é Lábrea, 299; Boca do Acre, 207; Autazes, 203; Itacoatiara, 149; Novo Aripuanã, 106; Guajará, 85; Maués, 72; Nhamundá, 70; Boa Vista do Ramos, 65; Humaitá, 62; Manaquiri, 61; Urucurituba, 60; Parintins, 56; Careiro da Várzea, 55; Borba, 54; Nova Olinda do Norte, 51; e Barreirinha, 47.
A queda das detecções de ontem no leste amazonense não elimina a concentração acumulada nesse território durante o mês. O ranking orienta a leitura da distribuição dos registros, mas não mede, isoladamente, área queimada, severidade ou dano à população.
Pará e focos de calor
O Pará apresentou 29 focos AQUA_M-T em 26/10, contra 908 no dia anterior. Os registros ocorreram em Pacajá, 12; Bagre, oito; Portel, sete; e Capitão Poço, dois. A última detecção estadual desse recorte foi às 14h32 de ontem.
Nos dois últimos dias completos, 25–26/10, foram 937 focos, ante 1.524 em 24–25/10. A redução das detecções exige interpretação conjunta com nuvens, sucessivas passagens e os demais sistemas de acompanhamento.
O ranking municipal nacional até 26/10 é liderado por São Félix do Xingu, com 838 focos; Uruará, segundo, com 821; Altamira, terceiro, com 680; Portel, quarto, com 593; Santarém, quinto, com 482; Aveiro, sexto, com 470; e Itaituba, sétimo, com 444. Mojuí dos Campos ocupa o nono lugar, com 364; Placas, o décimo, com 346; Pacajá, o 11º, com 338; e Óbidos, o 12º, com 303.
No oeste paraense, destacam-se ainda Rurópolis, em 14º lugar nacional, com 227; Monte Alegre, em 15º, com 220; Prainha, em 21º, com 188; Oriximiná, em 23º, com 179; Juruti, em 24º, com 178; e Alenquer, em 31º, com 138.
As ocorrências identificadas pelos sistemas mantêm fontes potenciais de fumaça no Pará. Não foram validadas trajetórias que comprovem a contribuição de municípios específicos para a poluição de Manaus ou Parintins.
Monitor UFAM
A atualização de 27/10 às 4h08, com janela de 48 horas, apresentou no recorte de Manaus e entorno, abrangendo 13 municípios, zero eventos ativos e 56 extintos por estimativa. Destes, 54 permaneciam com extinção incerta por nuvens. Foram 291 detecções na janela.
No recorte de Itacoatiara e entorno, com 16 municípios, havia seis ativos, 105 extintos por estimativa, dos quais 94 com extinção incerta, e 512 detecções. Na região ampliada de Parintins, com 28 municípios, eram 140 ativos, 606 extintos por estimativa, dos quais 505 com extinção incerta, e 10.999 detecções.
Os 140 ativos do recorte de Parintins estavam distribuídos, no Amazonas, entre Parintins, quatro; Boa Vista do Ramos e Silves, um cada. No Pará, eram Uruará, 40; Santarém, 28; Placas, 13; Monte Alegre, 11; Oriximiná, nove; Aveiro e Alenquer, oito cada; Juruti, seis; Altamira, cinco; Belterra, três; e Rurópolis, Faro e Terra Santa, um cada.
Os seis ativos do recorte de Itacoatiara correspondem aos mesmos eventos municipais amazonenses acima e não constituem seis ocorrências adicionais.
Humaitá e entorno, com 14 municípios, apresentava zero ativos, 202 extintos por estimativa, 143 com extinção incerta e 864 detecções. Coari e entorno, com 22 municípios, tinha zero ativos, 197 extintos por estimativa, 129 com extinção incerta e 626 detecções. Benjamin Constant e entorno, com 18 municípios, registrava três ativos, 79 extintos por estimativa, 49 com extinção incerta e 186 detecções. Nesse último recorte, havia um ativo em Envira, um em Eirunepé e um em Cruzeiro do Sul, no Acre.
Os recortes regionais se sobrepõem e alguns abrangem outros estados; seus totais não devem ser somados. Em Manaus e entorno, a cobertura de nuvens na passagem VIIRS da madrugada alcançou 98,4%. O elevado número de extinções incertas impede interpretar zero ativos detectados como confirmação de controle regional.
Censipam e eventos ativos e persistentes por município
A nova consulta ao serviço oficial em 27/10, por volta de 12h28, retornou 52 eventos ativos e 238 em observação associados ao Amazonas, totalizando 290. No Pará, foram 493 ativos e 851 em observação, em um total de 1.344. Os 493 substituem os 495 informados na consulta anterior de hoje; a diferença entre consultas não comprova duas extinções em campo.
As detecções mais recentes dos conjuntos eram de 2h29 no Amazonas e 7h34 no Pará. São horários de detecção, não de atualização integral do serviço.
Entre os eventos exclusivamente municipais do Amazonas, o ranking de ativos era: Manicoré, nove; Boca do Acre, seis; Guajará, cinco; Parintins, Lábrea, Envira e Humaitá, quatro cada; Novo Aripuanã, três; Nhamundá, Pauini e Ipixuna, dois cada; e São Paulo de Olivença, Canutama, Tefé, Alvarães e Benjamin Constant, um cada. Esses eventos somam 50. Havia ainda dois eventos compartilhados, um em Boca do Acre–Porto Acre (AC) e outro em Humaitá–Tapauá, completando os 52 do recorte estadual.
Entre os ativos amazonenses, a maior persistência registrada era de 11 dias em São Paulo de Olivença, evento 7090122, com última detecção em 26/10 às 14h28. Dois eventos de Parintins apresentavam quatro dias, e um de Manicoré, três dias. Persistência é o intervalo registrado pelo sistema e não comprova chama contínua.
Os eventos de maior persistência associados ao Amazonas estavam em observação: 34 dias em Parintins–Urucurituba, evento 6970576, com última detecção em 25/10 às 15h32; 32 dias em Lábrea, evento 6974092, última detecção em 24/10 às 14h; 24 dias em Itacoatiara, evento 7025896, com indicação da Terra Indígena Paraná do Arauató, última detecção em 25/10 às 15h32; e 23 dias em outro evento de Lábrea, última detecção em 25/10 às 14h02.
Também permaneciam em observação eventos de 21 dias em Autazes, com indicação da Terra Indígena Paracuhuba; São Sebastião do Uatumã; e no eixo Juruti (PA)–Parintins (AM). As últimas detecções desses três eventos eram de 25/10. A categoria “em observação” deve ser preservada na comunicação: não equivale a ativo confirmado nem a extinção confirmada.
No Pará, entre os eventos exclusivamente municipais, o ranking de ativos apresentava Portel, 46; Almeirim, 30; Pacajá, 25; Óbidos e Oriximiná, 20 cada; Chaves, 19; Prainha, 17; Monte Alegre e Moju, 15 cada; Uruará e Santarém, 14 cada; Aveiro, Alenquer e Novo Repartimento, 13 cada; e Placas, 11.
Os eventos compartilhados são contabilizados separadamente nesse ranking: entre eles, quatro associados a Pacajá–Portel e dois em cada um dos eixos Mojuí dos Campos–Placas, Placas–Uruará e Bagre–Portel. Por isso, a contagem exclusivamente municipal não representa todos os eventos incidentes em cada município.
No ranking de persistência dos ativos paraenses, destacavam-se Prainha, com 55 dias, evento 6886758, com indicação da Floresta Estadual do Paru, última detecção hoje às 0h44; Portel, com 52 dias, evento 6900028, última detecção às 2h52; Mojuí dos Campos–Placas, com 50 dias, evento 6908257, última detecção à 1h27; e um evento compartilhado entre Mojuí dos Campos, Prainha, Santarém e Uruará, com 45 dias, evento 6929969, última detecção às 2h05.
Havia ainda um ativo de 42 dias em Portel e ativos de 37 dias em Uruará e Aveiro. Essa distribuição mantém prioridade operacional para o oeste paraense, sem pressupor transporte comprovado de sua fumaça até os municípios amazonenses.
A comparação com os 150 ativos amazonenses e 574 paraenses publicados ontem exige equivalência de filtros e critérios territoriais; a redução não confirma igual número de incêndios extintos. Eventos que abrangem mais de um estado podem aparecer nos dois recortes. Os totais estaduais não devem ser somados sem eliminar duplicidades.
Focos do INPE, detecções e eventos agrupados do Censipam e da UFAM são métricas distintas. Polígonos de fogo não representam plumas de fumaça. Severidade, expansão, área efetivamente queimada e distância das populações não foram suficientemente validadas para classificação individual nesta edição.
Chuvas calor e circulação
O boletim do INMET atualizado em 26/10, válido para 27–28/10, prevê hoje chuvas e trovoadas nas regiões sul, central, oeste e noroeste do Amazonas. Para o leste amazonense, indica muitas nuvens e possibilidade de chuvas isoladas. Na quarta-feira, permanecem instabilidades em áreas do estado.
O INMET associa parte desse quadro a um canal de umidade favorecido por uma frente fria no litoral sul da Bahia. A previsão não confirma chuva já ocorrida nem precipitação suficiente sobre todas as fontes emissoras.
Para a semana de 26/10 a 2/11, o INMET prevê 50 a 100 mm no oeste do Amazonas, com volumes superiores a 100 mm em pontos isolados. Esse sinal não deve ser generalizado para Manaus e o leste do estado.
Para Manaus, a previsão horária exibida pelo IQAir indicava temperatura de até 38 °C à tarde, umidade próxima de 32% e vento de aproximadamente 1 km/h às 16h. São estimativas de modelo. Calor e ventilação fraca podem favorecer acumulação de poluentes caso persistam emissões na região.
Não foram validados prognóstico probabilístico completo para 15 dias nem trajetórias específicas de transporte de fumaça. A previsão de chuva não fundamenta, isoladamente, redução das medidas de proteção.
Rios e continuidade da vazante
A tabela do Porto de Manaus registra o rio Negro em 16,59 metros em 27/10, contra 16,65 metros em 26/10: queda de seis centímetros em 24 horas. A vazante prossegue, com redução diária inferior aos oito centímetros do intervalo anterior.
Não foram obtidas leituras atualizadas do Alto Solimões para esta edição. A última referência informada no boletim anterior era de 25/10: Tabatinga, 2,46 metros; Iquitos, 79,11 metros; e Santo Antônio do Içá, 2,88 metros. Esses valores são antecedentes, não cotas de hoje. O repiquete então observado a montante não comprova encerramento da vazante em Manaus.
Recomendações operacionais
Saúde, educação, assistência e Defesa Civil devem manter prioridade em Parintins e Barreirinha e atenção a Itacoatiara, Maués e à região de Autazes. No oeste paraense, as leituras de Oriximiná e Jacareacanga justificam atenção das equipes locais. Recomenda-se reduzir a exposição à fumaça, reavaliar atividades físicas ao ar livre e proteger especialmente crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias.
Em Manaus, a elevação observada nos pontos do SELVA e a possibilidade de calor com pouca ventilação recomendam acompanhamento ao longo do dia. As diferenças entre plataformas exigem atenção aos horários, locais e métodos de medição.
Brigadas e fiscalização devem confirmar a situação dos eventos no leste amazonense, sobretudo Parintins, Boa Vista do Ramos e Silves, sem desmobilizar os demais territórios por ausência de detecção. No sul e sudoeste do Amazonas, devem ser acompanhados os municípios com registros AQUA de ontem, particularmente Lábrea, Boca do Acre, Guajará e Pauini, além de Manicoré, líder em ativos exclusivamente municipais no Censipam. A persistência de 11 dias em São Paulo de Olivença também requer confirmação operacional.
A articulação com o oeste paraense permanece relevante diante dos ativos identificados pela UFAM, especialmente em Uruará, Santarém e Placas. A confirmação operacional deve considerar nuvens e incerteza de extinção. Defesa Civil e gestores de abastecimento e transporte devem manter acompanhamento da vazante do Negro.
Confiança da avaliação
A consolidação se apoia nos registros e horários das consultas de hoje, com reprocessamento dos arquivos do INPE e nova consulta ao Censipam nesta revisão. A confiança na representatividade territorial das leituras de ar é limitada por serem pontuais; a avaliação meteorológica tem confiança moderada no curto prazo. É baixa a confiança para atribuir origem municipal à fumaça ou interpretar ausência de detecção como extinção.
Os acumulados e o ranking do INPE foram recalculados com os 26 arquivos diários oficiais. As contagens municipais e as persistências do Censipam foram conferidas no serviço oficial nesta revisão. Permanecem sem validação trajetórias específicas de fumaça e cotas atuais do Alto Solimões.
Impactos financeiros e passivos potenciais
A persistência da poluição e dos eventos de fogo mantém risco de despesas adicionais de combate, fiscalização, saúde, assistência e recuperação ambiental. A vazante também pode pressionar os custos de abastecimento e logística.
Sem dados de execução orçamentária, cobertura operacional, danos e resultados das medidas adotadas, a avaliação permanece qualitativa, sem quantificação monetária nem conclusão de desperdício ou ineficácia dos gastos públicos.
Fontes consultadas
INPE — arquivos diários oficiais
INPE — arquivo diário de 26 de outubro
Censipam — eventos associados ao Amazonas
Censipam — eventos associados ao Pará





